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Lirismo é para os fortes

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Curador da 1ª Jornada Literária do DF, o poeta João Bosco Bezerra Bonfim estará com os leitores, no Paranoá, com atividades literárias de 11 a 16 de julho, em todos os dias do evento. Com obras de poesia, cordéis e livros intantojuvenis, João Bosco tem cerca de 30 obras editadas, entre poesias, romances e ensaios, como O Romance do Vaqueiro Voador e A botija encantada. Além disso, João Bosco também ministra oficinas para mediadores de leitura, promovendo leituras públicas de suas obras e participando de eventos literários por todo o Brasil.

Doutor em Linguística pela Universidade de Brasília e pesquisador da área de análise do discurso e literatura, o escritor nasceu no Ceará e mora na capital desde 1972. Entre 1982 e 1986, morou no Paranoá, onde se realiza a 1ª Jornada Literária do Distrito Federal, onde militou no movimento popular, na peleja pela fixação da então Vila Paranoá, ocupação de resistência desde a década de 1950, considerada pelos governos da ditadura e pelos primeiros da chamada redemocratização como “invasão”. Na esteira da resistência, foi um dos fundadores do Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (Cedep), onde hoje, 30 anos após a criação, é realizada a 1ª Jornada Literária do Distrito Federal.

Como um admirador da literatura de cordel, o escritor acredita que essa arte pode ser utilizada por professores para a iniciação em letramento literário. Oralidade e escrita convivem nessa forma bem brasileira de contar histórias em versos. Veja na programação as atividades de João Bosco, que começam logo na segunda-feira, 11 de julho, pré-jornada, em uma visita que fará, juntamente com Tino Freitas e Marco Miranda, à Escola Classe Café sem Troco, onde os alunos leram os livros desses três autores.


12 a 16 de julho de 2016

No Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá


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